sexta-feira, 17 de julho de 2009

Caetano Veloso nu em documentário


E o que é que a música tem a ver com isto? Não havia "nexexidade"!!!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Credibilidade...

...alcança-se quando são sobreponíveis o ser e o parecer, o dizer e o fazer.

Ambição e virtude

O problema não está em ser ambicioso. A questão que se deve colocar sempre é saber se existe "virtude" q.b. para a correspondente ambição.
De igual modo, a pretensão, não é, por si só, sinónimo de jactância ou de frivolidade. Passa apenas a sê-lo quando não é sobreponível com o mérito.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Angola, terra prometida


Depois de se ler este livro fica-se com a sensação de que soube a pouco. A autora pesquisou, ouviu, entrevistou, recolheu imenso material, mas não demonstrou fôlego suficiente para tratar, de uma forma aliciante, tamanha quantidade de informação.

Aparentemente, aquilo que pretendia ser mais do que uma grande reportagem acaba por tornar-se numa narrativa parca em matéria de recursos estilísticos e que promete mais do que oferece.

Colaboração de Vítor Soares

sábado, 25 de abril de 2009

Miguel Ângelo canta Sérgio Godinho

Alguém pode levar a sério Miguel Ângelo (na RTP, 35 anos do 25 de Abril) a cantar "Liberdade" de Sérgio Godinho (A paz, o pão, habitação, saúde, educação /Só há liberdade a sério quando houver /Liberdade de mudar e decidir /quando pertencer ao povo o que o povo produzir /quando pertencer ao povo o que o povo produzir)?

Ou será apenas, este, mais um sinal dos tempos? Em que tudo anda misturado, o "betinho de Cascais" e o "escritor de canções"? Em que tudo vale o mesmo, desde que sirva para fazer render uns cobres?

sábado, 18 de abril de 2009

A palavra racionalizada afasta as pessoas umas das outras

Dito assim, de chofre, isto até parece uma heresia contra o que mais específico tem o género humano. Porém, se levarmos em conta os trabalhos de António e Hanna Damásio temos de assumir que a razão sem emoção fica coxa. Logo, por si só, os argumentos puramente racionais não chegam para se chegar aos outros e podem até fazer estiolar qualquer tipo de relação. O que, efectivamente, aproxima as pessoas umas das outras é o cimento emocional com que conseguimos, melhor ou pior, dar consistência aos sons que produzimos (palavras incluídas), gestos ou olhares.