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segunda-feira, 29 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Distinção entre o técnico e o político
O técnico aspira a ser reconhecido pelos seus pares; o político ambiciona a ter o voto de toda a gente.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
A pensar no "day-after"?
O Público interroga-se aqui se Manuela Ferreira Leite, ao interromper a campanha eleitoral para ir conhecer o neto, protagonizou «um genial golpe de marketing que "humanizou" a candidata e fará a diferença nas directas que vão eleger o novo presidente do PSD». No meu entender, a estratégia da candidatura de MFL visou algo menos imediato. Na perspectiva de uma vitória assegurada dentro do partido, a "humanização" da candidata visa já o confronto com Sócrates para as legislativas do próximo ano.
Etiquetas:
Manuela Ferreira Leite,
política
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Eleição de Pedro Passos Coelho pode reformular o sistema partidário
É talvez a única oportunidade de se quebrar o arco do poder PS-PSD que governa Portugal há dezenas de anos.
A eleição de Pedro Passos Coelho fará estilhaçar o “velho” PSD (que deixou, definitivamente, de ser um partido reformista, com ou sem Manuela Ferreira Leite) e criará condições para haver rupturas que o sistema partidário português precisa como de pão para a boca.
Um PSD (com este ou com outro nome) à imagem de Passos Coelho será um partido liberal de centro-direita onde não se sentirão confortáveis os genuínos sociais-democratas que ainda por lá restam. Estes irão, certamente, ser acolhidos por um PS cada vez mais centrista, e que, por isso, deixará de constituir alternativa e de onde poderão descolar muitos socialistas insatisfeitos à procura de um projecto de poder que se possa constituir numa via de esquerda por oposição às opções liberais.
A eleição de Pedro Passos Coelho fará estilhaçar o “velho” PSD (que deixou, definitivamente, de ser um partido reformista, com ou sem Manuela Ferreira Leite) e criará condições para haver rupturas que o sistema partidário português precisa como de pão para a boca.
Um PSD (com este ou com outro nome) à imagem de Passos Coelho será um partido liberal de centro-direita onde não se sentirão confortáveis os genuínos sociais-democratas que ainda por lá restam. Estes irão, certamente, ser acolhidos por um PS cada vez mais centrista, e que, por isso, deixará de constituir alternativa e de onde poderão descolar muitos socialistas insatisfeitos à procura de um projecto de poder que se possa constituir numa via de esquerda por oposição às opções liberais.
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Pedro Passos Coelho,
política,
sistema partidário
domingo, 4 de maio de 2008
O PS agradece!...
É preciso é que haja muitas disputas internas e muitas notícias para a comunicação social. Enquanto se for discutindo o PSD, não se fala do PS.
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